Queridos Amigos!
Decidi fazer um blog para poder mantê-los mais atualizados do que eu estou fazendo. Peço desculpas por não tê-los mantidos tão atualizados nos últimos tempos, mas espero que agora com este blog possa fazê-lo com mais freqüência. Vamos às notícias!
Quanto à escola: tive um semestre muito intenso, no qual me esforcei bastante para tentar acompanhar o ritmo da turma. Era uma turma do 2o ano suíço, e aqui no cantão do Valais (pronuncia-se Valê) - onde estou- o colégio dura cinco anos. O Colégio da Abadia de Saint Maurice (site do colégio: http://www.lyca.ch/old/), o qual freqüento, é um dos mais renomados da Suíça, já ouvi dizer, e também considerado um dos melhores da Suisse Romande ("Suíça Francesa", como costumamos dizer por aí). Algo curioso é o fato de que a escola é católica, mas mesmo assim pública. É meio estranho, e eu não sei se entendi completamente como funciona o sistema, mas acho que é assim: a instituiçao de ensino começou há 200 anos (por sinal, este ano foram grandes as comemorações pelo bicentenário), como uma espécie de anexo da Abadia de St Maurice (esta com mais de 500 anos, se não me engano), e ao longo desses anos ela virou uma instituição pública, mas ainda assim associada à igreja católica. Por isso o reitor e o vice-reitor são padres, vemos padres circulando às vezes na escola, e inclusive existem padres fazendo parte do corpo docente da escola (apesar de serem uns 5 dentro do corpo docente de cerca de 105 professores. Por sinal, o colégio tem aproximadamente 1100 alunos). Contudo, eu preciso dizer que eu fiquei surpresa pelo ambiente nem ser tão religioso assim. Quero dizer, tem padres circulando na escola, antes de almoçar na cantina o vice-reitor faz o sinal da cruz com autorização que podemos comer e tal, mas mesmo assim eu acho bem tranqüilo. Aqui na Suíça o sistema de ensino é um tanto diferente do Brasil, e a escola obrigatória vai até o ciclo de orientação, que equivale de certa forma ao "antigo" ginásio brasileiro (digo antigo porque agora não existe mais ginásio, né, só ensino fundamental). Depois do ciclo eles podem parar de estudar, ou ir fazer as chamadas aprendizagens nas escolas técnicas ou ir pro colégio. Por isso a porcentagem dos alunos que chegam ao colégio é muito baixa - uma vez ouvi falar que chegava a uns 17% dos jovens, se não me engano. Em relaçao às matérias, aqui funciona diferente também. Pelo menos em St Maurice (porque isso varia de escola para escola, de cantão para cantão), no primeiro ano tem-se a escolha entre latim-grego ou italiano-economia, e depois a partir do segundo toma-se a decisão definitiva da Opção Específica, que pode ser ciências, economia, artes visuais, espanhol ou italiano, sendo que até o quinto ano a quantidade de matérias vai diminuindo e as aulas vão se especializando mais no que o aluno escolheu. Eu estou na Opção Específica Espanhol, e cheguei na metadedo segundo semestre. Apesar de já ter pegado a turma na metade do ano, a professora me disse que eu teria que fazer como os outros da turma, e eu comecei a estudar como podia. A professora é um tanto exigente nas provas, pricipalmente com a questão da gramática, mas mesmo assim consegui terminar o semestre acima da média. Falando nisso, as notas aqui vão de 1,0 a 6,0, sendo que a média é 4,0. O engraçado é que a gente já tira 1 só por ir fazer a prova, mesmo se fizer tudo errado, ou seja, não tem como tirar menos que 1.
Esta semana completaram-se dois meses desde a minha mudança para a casa da minha família hospedeira(dia 28 de abril), e eu posso dizer que as coisas vão cada vez melhores. É claro que nos primeiros dias em que se está morando com pessoas que nunca se viu na vida as coisas podem parecer um pouco "estranhas", e aqui foi a mesma coisa. Mas em poucos dias eu já estava adaptada, e me entendendo muito bem com a família. São pessoas muito simples, mas com um grande coração, e por isso tão especiais. Me receberam com muito carinho, e a isto tenho muita gratidão. Em casa somos só três, eu, a Raymonde e o Dédé, respectivamente minha mãe e pai hospedeiros. Porém, apesar de noite dormimos só os três em casa, durante o dia a casa vive cheia, seja com os filhos, seja com os netos ou até mesmo com os dois menininhos que a Raymonde cuida duas vezes por semana como babá. O Dédé trabalha de manhã numa fábrica e de tarde vai para a fazenda, trabalhar com o Ludovic, meu único irmão hospedeiro. Por sinal, eles são três filhos, Natacha (31 anos), Barbara (29 anos) e Ludovic (24 anos), mas agora dizem que tem uma terceira menina, e dizem por tudo onde vamos que eu sou filha deles. Isso eles dizem também pra mim, que me têm como filha. Isto me deixa muito feliz, e me toca de verdade, porque foi algo que conquistamos naturalmente com a convivência, e não o tipo de coisa que se impõe desde o começo mas que na verdade justamente por causa da pressão criada por esta "imposição" acaba nunca se concretizando, pelo contrário, só piora as coisas. E outra coisa que eu tenho achado muito gratificante é a resposta da família toda em relação à minha entrada tão súbita na vida familiar deles. Os meus "irmãos" me defendem como se eu fosse irmã deles "de verdade", e dizem coisas tipo "não mexe com a minha irmã, ela é minha irmã!"; outros membros da família também expressam que estão contentes em ver como eu estou integrada à família, e algo que todos dizem com freqüência é que vai ser muito estranho quando eu for embora em janeiro, porque eles estão tão acostumados comigo que vai ser difícil de se acostumar de novo. Tudo isso para dizer que estou super feliz com a minha "nova família" e que não os trocaria por nada que pode-se encontrar por estas bandas.
Decidi fazer um blog para poder mantê-los mais atualizados do que eu estou fazendo. Peço desculpas por não tê-los mantidos tão atualizados nos últimos tempos, mas espero que agora com este blog possa fazê-lo com mais freqüência. Vamos às notícias!
Quanto à escola: tive um semestre muito intenso, no qual me esforcei bastante para tentar acompanhar o ritmo da turma. Era uma turma do 2o ano suíço, e aqui no cantão do Valais (pronuncia-se Valê) - onde estou- o colégio dura cinco anos. O Colégio da Abadia de Saint Maurice (site do colégio: http://www.lyca.ch/old/), o qual freqüento, é um dos mais renomados da Suíça, já ouvi dizer, e também considerado um dos melhores da Suisse Romande ("Suíça Francesa", como costumamos dizer por aí). Algo curioso é o fato de que a escola é católica, mas mesmo assim pública. É meio estranho, e eu não sei se entendi completamente como funciona o sistema, mas acho que é assim: a instituiçao de ensino começou há 200 anos (por sinal, este ano foram grandes as comemorações pelo bicentenário), como uma espécie de anexo da Abadia de St Maurice (esta com mais de 500 anos, se não me engano), e ao longo desses anos ela virou uma instituição pública, mas ainda assim associada à igreja católica. Por isso o reitor e o vice-reitor são padres, vemos padres circulando às vezes na escola, e inclusive existem padres fazendo parte do corpo docente da escola (apesar de serem uns 5 dentro do corpo docente de cerca de 105 professores. Por sinal, o colégio tem aproximadamente 1100 alunos). Contudo, eu preciso dizer que eu fiquei surpresa pelo ambiente nem ser tão religioso assim. Quero dizer, tem padres circulando na escola, antes de almoçar na cantina o vice-reitor faz o sinal da cruz com autorização que podemos comer e tal, mas mesmo assim eu acho bem tranqüilo. Aqui na Suíça o sistema de ensino é um tanto diferente do Brasil, e a escola obrigatória vai até o ciclo de orientação, que equivale de certa forma ao "antigo" ginásio brasileiro (digo antigo porque agora não existe mais ginásio, né, só ensino fundamental). Depois do ciclo eles podem parar de estudar, ou ir fazer as chamadas aprendizagens nas escolas técnicas ou ir pro colégio. Por isso a porcentagem dos alunos que chegam ao colégio é muito baixa - uma vez ouvi falar que chegava a uns 17% dos jovens, se não me engano. Em relaçao às matérias, aqui funciona diferente também. Pelo menos em St Maurice (porque isso varia de escola para escola, de cantão para cantão), no primeiro ano tem-se a escolha entre latim-grego ou italiano-economia, e depois a partir do segundo toma-se a decisão definitiva da Opção Específica, que pode ser ciências, economia, artes visuais, espanhol ou italiano, sendo que até o quinto ano a quantidade de matérias vai diminuindo e as aulas vão se especializando mais no que o aluno escolheu. Eu estou na Opção Específica Espanhol, e cheguei na metadedo segundo semestre. Apesar de já ter pegado a turma na metade do ano, a professora me disse que eu teria que fazer como os outros da turma, e eu comecei a estudar como podia. A professora é um tanto exigente nas provas, pricipalmente com a questão da gramática, mas mesmo assim consegui terminar o semestre acima da média. Falando nisso, as notas aqui vão de 1,0 a 6,0, sendo que a média é 4,0. O engraçado é que a gente já tira 1 só por ir fazer a prova, mesmo se fizer tudo errado, ou seja, não tem como tirar menos que 1.
Esta semana completaram-se dois meses desde a minha mudança para a casa da minha família hospedeira(dia 28 de abril), e eu posso dizer que as coisas vão cada vez melhores. É claro que nos primeiros dias em que se está morando com pessoas que nunca se viu na vida as coisas podem parecer um pouco "estranhas", e aqui foi a mesma coisa. Mas em poucos dias eu já estava adaptada, e me entendendo muito bem com a família. São pessoas muito simples, mas com um grande coração, e por isso tão especiais. Me receberam com muito carinho, e a isto tenho muita gratidão. Em casa somos só três, eu, a Raymonde e o Dédé, respectivamente minha mãe e pai hospedeiros. Porém, apesar de noite dormimos só os três em casa, durante o dia a casa vive cheia, seja com os filhos, seja com os netos ou até mesmo com os dois menininhos que a Raymonde cuida duas vezes por semana como babá. O Dédé trabalha de manhã numa fábrica e de tarde vai para a fazenda, trabalhar com o Ludovic, meu único irmão hospedeiro. Por sinal, eles são três filhos, Natacha (31 anos), Barbara (29 anos) e Ludovic (24 anos), mas agora dizem que tem uma terceira menina, e dizem por tudo onde vamos que eu sou filha deles. Isso eles dizem também pra mim, que me têm como filha. Isto me deixa muito feliz, e me toca de verdade, porque foi algo que conquistamos naturalmente com a convivência, e não o tipo de coisa que se impõe desde o começo mas que na verdade justamente por causa da pressão criada por esta "imposição" acaba nunca se concretizando, pelo contrário, só piora as coisas. E outra coisa que eu tenho achado muito gratificante é a resposta da família toda em relação à minha entrada tão súbita na vida familiar deles. Os meus "irmãos" me defendem como se eu fosse irmã deles "de verdade", e dizem coisas tipo "não mexe com a minha irmã, ela é minha irmã!"; outros membros da família também expressam que estão contentes em ver como eu estou integrada à família, e algo que todos dizem com freqüência é que vai ser muito estranho quando eu for embora em janeiro, porque eles estão tão acostumados comigo que vai ser difícil de se acostumar de novo. Tudo isso para dizer que estou super feliz com a minha "nova família" e que não os trocaria por nada que pode-se encontrar por estas bandas.
Tenho aproveitado muito o meu tempo aqui para ir visitar o máximo de coisas que eu posso. Estive em Zürich, no feriadão de 17 a 19 de maio (era um feriado que não tem no Brasil, se não me engano era a Ascensão, uma celebração católica), para encontrar-me com a Annette, uma amiga alemã, que conheci no Brasil, mas que agora voltou para a Alemanha. Passamos dias muito agradáveis, e eu adorei a cidade! Apesar de ter uma população semelhante à de Florianópolis, tem aquele ar de cidade grande, e com as bicicletas que a alugamos vimos muita coisa, de uma maneira super divertida. Passeio a beira do lago, às margens do rio, na cidade antiga, no centro da cidade... foi ótimo!

No dia 05 de maio estive em Genebra com os outros intercambistas do AFS que estão no Valais, e apesar da chuva que despecou sobre este paísinho naquele dia em especial, também pudemos aproveitar. As clássicas fotos com o famoso Jato D'água do Lago Léman foram feitas com os guarda-chuvas, e por tudo se vê água, mas mesmo assim valeu a pena. Pelo menos foi um convite para uma próxima visita!
Fui a Lausanne já algumas vezes, dada a relativa proximidade do Valais. A partir da cidade de Aigle (a mais próxima dentro da área de abrangência da linha de trem Valais-Genebra), é meia hora até lá, e para chegar lá posso ir ou de "bonde" (é um trem pequenininho que eu acho que mais parece um bonde), levando 20 minutos, ou de carro, em 10 minutos. Ou seja, da porta de casa até Lausanne é menos de uma hora. Legal, né?
No início de junho, numa quarta-feira à tarde (não temos aula nas quartas à tarde, por sinal), fui estive com os outros intercambistas em Saillon, uma região no centro do Valais fazer uma caminhada. Que lugar mais lindo! Caminhamos no meio das vinícolas grande parte do tempo, passamos por uma ponte pênsil no alto de uma espécie de vale, andamos no meio do mato (sempre por uma trilha, claro) e depois descemos (porque durante o trajeto fomos subindo na montanha) com o Bus Postal, que é um dos ônibus amarelos que fazem os trajetos de subida e descida das montanhas por toda a Suíça. Eles têm todos a mesma buzina, que é um som super engraçado e forte, mas que faz sentir gratidão por não ter que pegar um desses pra ir pra escola todo dia de manhã cedo - não teria jeito de fechar o olho com uma buzinada dessas à cada curva, sério mesmo.
Eu entrei de férias no dia 22 de junho, sexta-feira, e só volto com as aulas em 20 de agosto. São as férias de verão, como a gente tem no Brasil de dezembro a fevereiro. Já aproveitando o comecinho das férias, eu e a Lea, a intercambista alemã super querida a quem estou muito vinculada, decidimos partir num super passeio. Compramos uma carta diária, com a qual pagamos um preço único para pegar todos os trens, ônibus e barcos da rede CFF(a Companhia Ferroviária Federal, mas que também abrange os ônibus e barcos) que quisermos durante um dia, e assim na quinta-feira passada saímos cedinho em direção a Lucerna. Como tive um problema com meu "bonde" aqui em Collombey (vilarejo onde moro), provando que a precisão suíça às vezes também tem seus piripaques ("colapsos", caso tenha alguém que não conheça a palavra. Não sei se escreve deste jeito, mas acho que dá pra entender, né?). Chegamos em Lucerna às 11h00, e às 13h57 já estávamos num trem para Berna. Ou seja, em um dia visitamos duas das mais importantes cidades da Suíça Alemã, e apesar de termos tido três horas em Lucerna e quatro em Berna, conseguimos visitar muitas coisas (o mais importante) e voltamos pra casa mega contentes [e cansadas também, diga-se de passagem], super estimuladas para o próximo passeio que estamos planejando, uma visita ao Ticino, o cantão italiano, no próximo domingo 08 de julho. Também vamos comprar uma carta diária e fazer o esquema sair do Valais cedinho, chegar lá no final da manhã (porque levaremos umas boas quatro ou cinco horas no trem), passearmos durante o resto do dia e pegar um trem de volta lá pelo início da noite. Estou bem animada! Pode deixar que posto notícias pras vocês do passeio, assim que der.
Lea e eu na Ponte da Capela, em Lucerna.
Eu em Berna.
Como disse, estou de férias por oito semanas. Aqui é muito comum que os adolescentes trabalhem durante as férias, e eu acabei conseguindo um emprego de verão também! Uma menina da minha sala estava inscrita para este trabalho, mas aí ela acabou não podendo mais, e perguntou se eu não queria a vaga. Eu aceitei, já que esta pode ser uma boa maneira de se ocupar durante as férias e ainda ganhar um dinheirinho, que apesar de não ser um bom salário pros padrões daqui, pra mim já é bom o suficiente. Então eu comecei hoje de manhã, às 7h30 da manhã (!!!) a trabalhar na loja Pfefferlé (www.pfefferle.ch). É uma espécie de Cassol, para aqueles que moram em Santa Catarina e conhecem. Em todo caso, é uma loja bem grande que vende peças, máquinas, utensílios em geral, para o jardim, quinquilharias elétricas, etc. Meu trabalho (e das três meninas que trabalham comigo) é o de fazer a limpeza anual da loja. Isso inclui ficar o dia todo (das 7h30 às 17h30, com uma pausa de 1h30min) tirando peças, máquinas e todo o resto das prateleiras, passar pano e aspirador. Posso dizer que as minhas costas já estão sentindo o efeito do trabalho, mas não tenho muito do que reclamar, pelo menos eu tenho um trabalho com o qual ganhar um dinheirinho. E eu fico só duas semanas, até a sexta-feira da semana que vem, dia 13. Ah, e nem precisa trabalhar sábado, o que é ótimo mas meio raro por aqui, já que todas as lojas estão abertas até às 17h30 nos sábados.
Hoje vou ficando por aqui. A cama me chama, porque amanhã de manhã às seis e meia já estou de pé, pra pegar a bicicleta ( o simplesmente as pernas que Deus me deu) e partir pro trabalho! Ah, porque se chover do jeito que choveu hoje eu não vou de bicicleta, não, pra chegar em casa igual a um pintinho na hora do almoço...
Boa noite!
Eu no Castelo de Chillon, em Montreux.
Lara
5 comentários:
Amiga lindaaaaaaaaa!!
Que saudade que estou de vc!!
Fico muito feliz que vc esteja se divertindo, conhecendo varios lugares, fazendo amigos e o mais importante, dando certo com sua familia. Eu estou no Canada ainda(Calgary) volto para Belo Horizonte dia 10 de Julho, nossa parece que foi ontem que vim para ca, vc deve estar sentindo tb ne, como o tempo passa rapido quando a gente viaja para fora do pais! Chegando em BH vou iniciar minha preparacao no setor juvenil, quem sabe nao consiga ingressar a tempo de participar do encontro e poder rever meus queridos amigos de Floripa, vamos ver ne!!
Espero que vc fique bem, te desejo tudo de bom e que de tudo certo ai nesses meses que ainda faltam!!
Bjossssssss enormes da sua amiga,
Jussara
Oiiee LARA!!!
Adorei a idéia! Essa semana é minha última com aulas, depois entro de férias.
Com saudades, juli.
Lara, que boa idéia de abrir um blog!
Foi tão legal ler suas palavras, com tanta informação daí!
Você escreve muito bem =)
Espero que aproveite cada momento da sua estadia na Suiça
beijão aqui do Brasil,
Carol Grilo
Queridaaaaaaaaa,
Que saudades!! Fiquei muito feliz que você fez um blog contanto o seu dia-a-dia aí, muito legal!!
Que bom que você conseguiu conquistar a gratidão de muitos para que essa experiencia seja a melhor e mais proveitosa possivel!Hehe,vou ficando por aqui, mas continuamos nas cartas, heheh...
T.Adoro mto!!
Hello et de moi tu n'en parle pas ...
Tu nous fais une traduction en FR.
Merci
Sam
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